‏613 bilhões de dólares.


Este é o tamanho da economia espacial em 2024.

Um número que supera o produto interno bruto de países inteiros, crescendo a uma taxa de 7,8% ao ano.

As previsões dizem que essa economia ultrapassará a marca de um trilhão de dólares antes de 2032. E o que a McKinsey prevê para o Fórum Econômico Mundial é ainda mais ousado: 1,8 trilhão de dólares até 2035, tornando-se do tamanho da indústria de semicondutores hoje.
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Mas os números por si só não contam a história.
Somente em 2025, foram registrados 321 lançamentos bem-sucedidos de satélites.
Um foguete a cada aproximadamente 28 horas. Um novo recorde a cada ano desde 2019.

O espaço não é mais uma aventura científica financiada por governos.
O setor comercial hoje representa 78% de toda essa economia.

Empresas privadas constroem foguetes, enviam satélites e constroem o futuro das comunicações, navegação e dados a 500 quilômetros acima de nossas cabeças.

A pergunta que todo investidor deve fazer agora:
Quais empresas vão criar esse trilhão?
Na próxima série, vamos destacar três empresas listadas na bolsa, que atuam no coração desse setor de ângulos completamente diferentes.

Uma empresa lança foguetes.
Outra leva internet diretamente para seu telefone do espaço.
E uma terceira constrói a economia da Lua.

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